Entenda como o Inpe monitora e gera taxas de desmatamento da Amazônia

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23 julho 2019 15h06

Desmatamento em Apuí, no Amazonas, região em que fiscais do Ibama realizaram operação em 27 de junho. — Foto: Bruno Kelly/Reuters

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, faz o monitoramento da Amazônia desde 1988. As imagens são obtidas via satélite e o nível de precisão é de 95%, segundo o próprio instituto.

O objetivo, de acordo com o site do Ministério do Meio Ambiente, é “quantificar os desmates de áreas com vegetação nativa e, dessa forma, ter embasamento para as ações de fiscalização, controle e combate aos desmatamentos ilegais”.

O tema veio à tona após o presidente Jair Bolsonaro questionar na última sexta-feira (19) os dados divulgados pelo Inpe sobre o desmatamento da Amazônia. “Com toda a devastação que vocês nos acusam de estar fazendo e de ter feito no passado, a Amazônia já teria se extinguido”, afirmou.

O Inpe afirma em seu site que desde 2004 adota a política de transparência de dados, que permite que qualquer pessoa acesse as informações do monitoramento por meio do site do instituto.

Para fazer a observação, são usados três tipos de sistemas:

  • o Programa de Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes);
  • o Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter);
  • e o TerraClass, que mapeia o uso da terra após o desmatamento, em parceria com a Embrapa.

Fonte: G1

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