Mendonça Filho diz que vai herdar 8 ou 9 parlamentares do PSB e deixa portas abertas para FBC

Publicado por
6 outubro 2017 23h18

 

Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Jamildo / Notícias

Na quinta-feira, em Brasília, chegou a se especular no Congresso Nacional que FBC já cogita ir para o DEM, diante da resistência de Jarbas e Raul Henry. O repórter da Rádio Jornal Romualdo de Souza também ouviu o boato e foi procurar FBC no Senado. Ele negou. A notícia interessava aos socialistas, em pé de guerra com o ex-aliado.

Ao responder a um questionamento do radialista Wagner Gomes, sobre a entrada do senador Fernando Bezerra Coelho no PMDB, o ministro Mendonça Filho, uma das lideranças do DEM, preterido pelo ex-prefeito de Petrolina, disse que a decisão foi dele, mas que as portas estavam abertas para o aliado da oposição.

“As portas não estão fechadas. Respeitamos a decisão dele”.

No ar, na Rádio Jornal, Mendonça Filho disse ainda que espera receber de oito a nove parlamentares dissidentes do PSB, como o senador FBC e o deputado federal Fernando Filho.

“Devemos recepcionar sim um grupo de oito a nove parlamentares do PSB”, afirmou, na rádio Jornal.

Blog de Jamildo pediu que Mendonça Filho comentasse a polêmica entre FBC e Raul Henry, nas páginas do JC e fora delas, mas Mendonça Filho preferiu colocar panos mornos, possivelmente por sua boa relação com Jarbas Vasconcelos, do PMDB e de quem já foi vice-governador do Estado.

“Vamos fazer essa discussão oportunamente. Agora, não. Precisamos discutir o futuro, antes mesmo de discutir candidaturas”, comentou.

O máximo que Mendonça Filho se permitiu foi uma linha de crítica ao atual chefe do Executivo.

“Pernambuco precisa voltar a falar mais alto, como sempre fez em sua história”, afirmou.

Na parte da manha, Mendonça Filho já havia se reunido com o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, ainda no PSB, mas disse que não tratou de política.

Em conversa com o radialista Geraldo Freire, no programa Passando a Limpo, Mendonça Filho disse que não misturava os dois assuntos, em suas agendas como ministro. Todo mundo acreditou.

 

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